Você vê cada pessoa que trouxe
Nome, cidade e o dia em que entrou. Não é um total redondo que aparece do nada — é a lista, pessoa por pessoa.

Só entra com convite
Você sempre teve a sua lista. O que você nunca teve foi alguém contando ela.
2.282 lideranças já estão dentro, em 175 cidades de São Paulo — 240 entraram só nos últimos 7 dias.
É sempre igual. Prometem muito na hora do aperto e não medem nada. Quem trabalha de verdade vira “o pessoal que ajudou”.
A virada
Não é promessa de coordenador, não é planilha que some, não é lista no papel. É uma tela no seu celular que atualiza no momento em que a coisa acontece.
Nome, cidade e o dia em que entrou. Não é um total redondo que aparece do nada — é a lista, pessoa por pessoa.
Quem a sua gente trouxe. E quem essa gente trouxe. Três gerações abaixo de você, separadas uma a uma. Gente que você nunca viu já está trabalhando por causa de um convite seu.
Cada pessoa da sua rede tem um estágio. Você bate o olho e sabe com quem precisa falar hoje — em vez de mandar mensagem pra 200 no escuro.
Clique repetido da mesma pessoa, clique seu no próprio link, robô: tudo aparece marcado, com o motivo. Número que some sem explicação é exatamente o que faz ninguém confiar em placar. Aqui você confere a conta.
E o que é seu não é tirado: ponto que você ganhou nunca é confiscado, e o seu nível nunca desce — nem se você ficar um mês sem abrir.
A maioria dos aplicativos faz você trabalhar meia hora para sentir alguma coisa. Aqui você sobe de nível antes de convidar qualquer pessoa.
Cadastro em 4 toques. Nome, cidade, WhatsApp e senha. Só.
É a permissão de notificação do celular. E são exatamente os pontos que faltam para o Nível 2. Você sobe de nível no primeiro minuto, sem convidar ninguém.
50 quando ela se cadastra e mais 50 quando ela liga o sininho dela. Com uma única pessoa você já chega ao Nível 4.
E tem o bônus do dia: no primeiro disparo de cada dia cai um valor surpresa — 5, 10, 15 pontos. Você nunca sabe qual. É de propósito.
Quanto maior a sua rede, mais ferramenta o QG solta pra você — inclusive material impresso entregue no seu endereço. Não é favor pedido no grupo: é porta que abre porque você trouxe gente. Toque em cada uma.
Vale saber: ponto dá nível, gente dá ferramenta. As ferramentas abaixo não se compram com esforço — só com pessoas de verdade na sua rede. É por isso que elas valem alguma coisa.
Quem você plantou, quem eles plantaram, geração por geração.
Duas ferramentas não estão nesta escada: criar uma missão para a sua tropa e convocar uma ação de rua. Essas o comando entrega na mão, para quem ele decide. Não têm preço em pontos nem em rede.
Todo domingo às 20h sai o ranking — e o celular de quem está no top 10 toca com o nome e a posição da pessoa. “Você é o 1º da semana, Fulano.”
Como zera toda segunda, quem entrou hoje pode ser o primeiro no domingo. Não existe fila de quem chegou antes.
A regra é uma só: conta a pessoa que você trouxe e que ligou o sininho. Cadastro que some no dia seguinte não vale ponto no placar. É o que separa quem traz gente de quem traz número.
Mexa nos dois controles com números que você conhece — quantas pessoas você consegue chamar, quantos dias você aguenta mandar o link. As contas são as mesmas que rodam por dentro do aplicativo, não estimativa de propaganda.
Conta por baixo: não somamos o que a sua rede produz depois — e ela também pontua para você. O número real tende a ser maior que este.
E a sua rede ainda pontua por você: quando alguém que você trouxe faz alguma coisa, uma fatia volta pra você — 25% de quem você trouxe, 10% da geração seguinte e 5% da terceira. É bônus por cima: ninguém perde nada pra você ganhar.
Nada aqui é “a gente vê depois da eleição”. É o que existe hoje, na tela, pra quem entrar amanhã.
Todo domingo sai o ranking da tropa inteira, e quem está no topo recebe uma notificação chamando pelo nome. É o reconhecimento que nunca chegou — só que público, e toda semana.
O número do seu lado só sobe. Não tem temporada, não tem castigo por sumir uns dias, e o que você já conquistou não volta atrás nem se as regras mudarem.
Panfleto, bandeira, windbanner. Você pede pelo aplicativo e acompanha onde está: separando no QG, a caminho, entregue. Sem depender de quem lembra de você.
Tem uma trilha de 7 dias esperando você lá dentro: 21 tarefas curtas, uma de cada vez, valendo 315 pontos no total. O aplicativo confere sozinho as que dá para medir. Nas outras, você confirma num toque — sem fila, sem aprovação de ninguém.
Sem letra miúda. Esta é a tabela que o sistema usa — a mesma que você vê por dentro.
| O que você faz | Pontos |
|---|---|
| Ligar o seu sininho (uma vez na vida) | 20 |
| Seu link ser aberto por alguém de verdade | 10 |
| Cada abertura nova do seu link | 1 |
| Primeiro disparo do dia (valor surpresa) | 5 ou 10 ou 15 |
| Alguém se cadastrar pelo seu link | 50 |
| Essa pessoa ligar o sininho dela | 50 |
| Ficar do lado dela e fazer isso acontecer em 10 minutos | +25 |
| Convocar uma ação de rua | 15 |
| Mandar a foto do front | 25 |
| Confirmar presença numa ação | 5 |
Repare que a pessoa vale em dois tempos: metade no cadastro, metade só quando ela liga o sininho. É por isso que a tropa não traz nome de papel — traz gente que fica.
Não. Nada, em momento nenhum. Não existe pagamento dentro do movimento.
Não. São quatro toques para entrar e um botão grande para cada coisa depois. Se você usa WhatsApp, você usa isto.
Não. Abre no navegador e, se você quiser, o próprio celular oferece colocar o ícone na tela inicial. Leva um toque.
Só se você quiser. O mínimo é mandar um link para as pessoas que você já ia falar de qualquer jeito. Quem quer ir longe tem trilha, missão e material — mas ninguém é cobrado por sumir uns dias, e nada que você já ganhou é tirado.
Porque desta vez tem registro. Cada pessoa que entra pela sua mão fica gravada com nome e data, e você vê isso na hora — não depende de ninguém confirmar depois. O que está no seu placar é seu, e continua lá.
Porque uma tropa em que todo mundo entrou pela mão de alguém é uma tropa em que todo mundo responde por alguém. É o que mantém a qualidade — e o que faz valer estar dentro.
Ficam no movimento, para organizar a tropa por cidade e falar com você. Seu nome não vai para nenhuma lista pública desta página.
A porta
Fale com alguém que já está dentro e peça o link. É ele — e só ele — que abre esta porta.
Já é da tropa? Entrar na sua conta